São 18h40 de uma terça-feira. Atendeu o telefone três vezes desde o almoço.
Numa das chamadas, um cliente pediu um orçamento e deu três detalhes importantes. Escreveu "ligar de volta" num post-it. O post-it perdeu-se debaixo de uma pilha de papéis.
Não é falta de profissionalismo. É o que acontece a quem tem um negócio para gerir e só duas mãos.
Durante anos, a central telefónica só fazia uma coisa: ligar pessoas. Tudo o que acontecia dentro da conversa ficava na memória de quem atendeu. E a memória não é um sistema de arquivo.
Isso mudou. E é mais simples do que parece.
Na nossa central, cada chamada pode ser transcrita e resumida automaticamente.
Termina a conversa com um cliente. Segundos depois, tem à frente o essencial: quem ligou, o que pediu, o que ficou combinado. Sem notas à pressa e sem a dúvida de "o que é que ele disse mesmo?".
Se um colega atender uma chamada em seu nome, não precisa de lhe perguntar nada. Está tudo escrito. Quando surge uma dúvida sobre o que foi prometido ao cliente, em vez de discussão há registo.
Há mensagens de voz que ficam dias por ouvir, porque nunca é o momento certo. Entre uma reunião e outra, quinze segundos de uma pessoa a pensar em voz alta custam a encaixar.
Com a transcrição de voicemails, a mensagem chega em texto. Lê-se em dez segundos e percebe-se logo o que é urgente e o que pode esperar.
É um detalhe pequeno, mas muda o dia. Deixa de haver uma caixa de mensagens por ouvir e passa a haver uma lista de assuntos resolvidos ou por resolver.
É esta a pergunta que custa dinheiro.
Uma clínica fora de horas. Um hotel a meio do check-in. Uma empresa de serviços com toda a equipa em obra. O telefone toca e ninguém atende. O cliente não deixa mensagem. Liga para o próximo da lista.
O assistente de atendimento automático com IA serve para isto. Atende, percebe o que a pessoa precisa, responde ao que pode responder e encaminha o resto para quem deve. Fala português de Portugal e mais de 130 línguas, para quando o cliente vem de fora.
Não substitui a equipa. Garante que ninguém fica a tocar no vazio enquanto a equipa faz o seu trabalho.
Não vamos inventar números. Mas vale a pena fazer a conta.
Quantas chamadas perdeu este mês? Quantas eram clientes novos? E quanto vale, para o seu negócio, um cliente novo?
A maioria dos gestores nunca fez esta conta, porque uma chamada perdida não deixa rasto. Simplesmente não aconteceu.
Foi isso que aconteceu enquanto não conheceu esta solução: o tempo gasto a reconstruir conversas e as oportunidades que não deixaram mensagem.
Trabalhamos sem fidelização. A empresa escolhe os seus telefones e o seu operador de SIP Trunk. Se um dia quiser sair, sai, sem penalizações. A implementação demora, em regra, três dias, e o apoio técnico está disponível 24 horas por dia.
Isto significa que o risco de experimentar é pequeno. O que se perde ao não experimentar é maior.
Já faz esforço suficiente para manter o seu negócio de pé e a prosperar. O telefone não devia ser mais uma coisa a pesar.
Ponha-nos à prova. Marque uma demonstração, mostramos-lhe tudo a funcionar para o seu tipo de negócio, e depois decide.
Quer ver como isto funciona no seu fluxo de atendimento (receção, comercial ou suporte)? Peça uma demonstração e mostramos a melhor configuração para a sua operação.